A educação superior como agente de mudança: universidades podem liderar práticas sustentáveis e ampliar o impacto das políticas de lixo zero no Brasil.
As universidades têm papel estratégico na construção de uma sociedade mais consciente e sustentável. Além de formarem profissionais, são espaços privilegiados de produção de conhecimento, pesquisa e inovação. Nesse contexto, o conceito de lixo zero vem ganhando protagonismo nas instituições de ensino superior, que buscam implementar práticas de gestão de resíduos alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
A coleta seletiva dentro das universidades não é apenas uma ação técnica, mas também interdisciplinar, pois mobiliza diferentes áreas do saber e promove uma abordagem crítica sobre consumo, cidadania e meio ambiente. Debater lixo zero nesses espaços significa promover uma cultura de responsabilidade compartilhada e de redução efetiva de desperdícios.
Iniciativas como campanhas educativas, laboratórios de reaproveitamento de materiais e parcerias com cooperativas locais mostram que as universidades têm condição de ser exemplo de sustentabilidade institucional. Mais do que nunca, os campus universitários podem ser verdadeiros laboratórios vivos de mudança ambiental, onde teoria e prática se encontram para gerar impactos reais na gestão dos resíduos.
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